Deixa-me rir à vontade.
Deixa-me saltar para cima das poças que resultam da chuva dos últimos dias.
Deixa-me andar pé ante pé pelos carreiros dos canteiros das flores do jardim, como se fosse uma trapezista de circo.
Deixa-me saltar de barra branca em barra branca nas passadeiras a caminho de casa.
Deixa-me abraçar de forma idiota as pessoas de quem mais gosto.
Deixa-me dizer parvoíces e idiotices, por mais parvas e idiotas que sejam.
Deixa-me dizer bom dia e boa noite de uma forma alegre e honesta.
Deixa-me ser rotineira e talvez previsível.
Deixa-me saber das últimas fofocas e comentar quem passa.
Deixa-me largar gargalhadas das piadas que contam.
Deixa-me admirar alguém que nunca vou alcançar.
Deixa-me ser palhaça e idiota.
Deixa-me fazer sorrir os outros.
Deixa-me ter a minha opinião, mesmo quando tu, não concordas com ela.
Deixa-me fazer figuras engraçadas e patéticas no meio da rua.
Deixa-me cantar, cantar à vontade.
Deixa-me sorrir e mostrar os dentes todos.
Deixa-me chorar, quando lá no fundo, choro por ti.
Deixa-me estar triste e irritada.
Deixa-me viver como quero, sem que me critiques!
Queres dar-me a tua mão amiga?
Boa, eu aceito! Mas muda a tua atitude!
.jpg)
1 comentário:
deixa-me em paz, basicamente. :\
Enviar um comentário